quarta-feira, 14 de março de 2012

O ENCANTO NOSSO DE CADA DIA!


Ainda bem que o tempo passa! Já imaginou o desespero que tomaria conta de nós se tivéssemos que suportar uma segunda feira eterna?
A beleza de cada dia só existe porque não é duradoura. Tudo o que é belo não pode ser aprisionado, porque aprisionar a beleza é uma forma de desintegrar a sua essência. Dizem que havia uma menina que se maravilhava todas as manhãs com a presença de um pássaro encantado. Ele pousava em sua janela e a presenteava com um canto que não durava mais que cinco minutos. A beleza era tão intensa que o canto a alimentava pelo resto do dia. Certa vez, ela resolveu armar uma armadilha para o pássaro encantado. Quando ele chegou, ela o capturou e o deixou preso na gaiola para que pudesse ouvir por mais tempo o seu canto.
O grande problema é que a gaiola o entristeceu, e triste, deixou de cantar.
Foi então que a menina descobriu que, o canto do pássaro só existia, porque ele era livre. O encanto estava justamente no fato de não o possuir. Livre, ele conseguia derramar na janela do quarto, a parcela de encanto que seria necessário, para que a menina pudesse suportar a vida. O encanto alivia a existência...Aprisionado, ela o possuia, mas não recebia dele o que ela considerava ser a sua maior riqueza: o canto!
Fico pensando que nem sempre sabemos recolher só encanto... Por vezes, insistimos em capturar o encantador, e então o matamos de tristeza.
Amar talvez seja isso: Ficar ao lado, mas sem possuir. Viver também.
Precisamos descobrir, que há um encanto nosso de cada dia que só poderá ser descoberto, à medida em que nos empenharmos em não reter a vida.
Viver é exercício de desprendimento. É aventura de deixar que o tempo leve o que é dele, e que fique só o necessário para continuarmos as novas descobertas.
Há uma beleza escondida nas passagens... Vida antiga que se desdobra em novidades. Coisas velhas que se revestem de frescor. Basta que retiremos os obstáculos da passagem. Deixar a vida seguir. Não há tristeza que mereça ser eterna. Nem felicidade. Talvez seja por isso que o verbo dividir nos ajude tanto no momento em que precisamos entender o sentimento da tristeza e da alegria. Eles só são suportáveis à medida em que os dividimos...
E enquanto dividimos, eles passam, assim como tudo precisa passar.
Não se prenda ao acontecimento que agora parece ser definitivo. O tempo está passando... Uma redenção está sendo nutrida nessa hora...
Abra os olhos. Há encantos escondidos por toda parte. Presta atenção. São miúdos, mas constantes. Olhe para a janela de sua vida e perceba o pássaro encantado na sua história. Escute o que ele canta, mas não caia na tentação de querê-lo o tempo todo só pra você. Ele só é encantado porque você não o possui.
E nisto consiste a beleza desse instante: o tempo está passando, mas o encanto que você pode recolher será o suficiente para esperar até amanhã, quando o passaro encantado, quando você menos imaginar, voltar a pousar na sua janela.
Padre Fábio de Melo

Albert Einstein

Pode ser que um dia deixemos de nos falar...
Mas, enquanto houver amizade,
Faremos as pazes de novo.

Pode ser que um dia o tempo passe...
Mas, se a amizade permanecer,
Um de outro se há-de lembrar.

Pode ser que um dia nos afastemos...
Mas, se formos amigos de verdade,
A amizade nos reaproximará.

Pode ser que um dia não mais existamos...
Mas, se ainda sobrar amizade,
Nasceremos de novo, um para o outro.

Pode ser que um dia tudo acabe...
Mas, com a amizade construiremos tudo novamente,
Cada vez de forma diferente.
Sendo único e inesquecível cada momento
Que juntos viveremos e nos lembraremos para sempre.

Há duas formas para viver a sua vida:
Uma é acreditar que não existe milagre.
A outra é acreditar que todas as coisas são um milagre.

Preciso de Alguém.


"Que me olhe nos olhos quando falo.
Que ouça as minhas tristezas e neuroses com paciência.
Preciso de alguém, que venha brigar ao meu lado sem precisar ser convocado; alguém Amigo o suficiente para dizer-me as verdades que não quero ouvir, mesmo sabendo que posso odia-lo por isso.
Neste mundo de céticos, preciso de alguém que creia, nesta coisa misteriosa, desacreditada, quase impossivel de encontrar: A Amizade.
Que teime em ser leal, simples e justo, que não vá embora se algum dia eu perder o meu ouro e não for mais a sensação da festa.
Preciso de um Amigo que receba com gratidão o meu auxílio, a minha mão estendida.
Mesmo que isto seja pouco para as suas necessidades.
Preciso de um Amigo que também seja companheiro, nas farras e pescarias, nas guerras e alegrias, e que no meio da tempestade, grite em coro comigo:
"Nós ainda vamos rir muito disso tudo"
Não pude escolher aqueles que me trouxeram ao mundo, mas posso escolher o meu Amigo.
E nessa busca empenho a minha própria alma, pois com uma Amizade Verdadeira, a vida se torna mais simples, mais rica e mais bela..."
Charlie Chaplin
Charles Chaplin

terça-feira, 13 de março de 2012

Biografia de Vincent Van Gogh


Vincent Van Gogh nasceu na Holanda, em 1853. Aos 15 anos, já trabalhava para um comerciante de arte, na cidade de Haia. Alguns anos depois, foi morar em Londres e depois em Paris. Por causa do interesse que tinha por assuntos religiosos, estudou Teologia, em Amsterdã. Foi pastor na Bélgica por seis meses, onde ficou impressionado com a vida e o trabalho de mineiros e, inspirado, fez vários desenhos a lápis.

Dividiu seus bens, que eram poucos, entre os pobres e passou a ser sustentado pelo irmão. De volta para Haia, em 1880, passou a se dedicar mais a pintura.

Em 1886, Van Gogh foi para Paris, morar com seu irmão. Após dois anos na cidade, resolveu mudar-se para Arles, ao sul da França. Lá, o pintor alugou uma casa e intensificou sua produção, ao lado do pintor Gauguin. A idéia do pintor era fundar um centro artístico naquela região.

Depois de um período de convivência pacífica entre os dois, começa uma fase de muita discussão. Em 1888, Van Gogh atacou Gauguin com uma navalha. Atormentado pelo fracasso do ataque e transtornado, Van Gogh cortou o próprio lóbulo da orelha esquerda com a navalha do ataque. Embrulhou-o e entregou a uma prostituta.

Após um tempo no hospital, em 1889 o pintor apresentava sinais de disfunção mental. Encontrava-se tranquilo em um momento e tinha alucinações, em outro. Foi internado em um asilo, pelo irmão. Mas não deixou de pintar, fazendo obras que eram reconhecidas, cada vez mais, pela classe artística.

Em 1890, aparentemente recuperado, foi morar em Auvers-sur-Oise e começou a pintar freneticamente.

Em julho deste ano, o pintor teve uma recaída. Seu estado mental foi agravado pelo inconformismo com a situação financeira do irmão, que enfrentava dificuldades. Em um passeio, Van Gogh atirou contra si mesmo, no tórax. Foi encontrado por amigos e foi levado para o hospital. Após três dias de internação, não resistiu e morreu. O pintor passou as últimas horas de sua vida conversando com o irmão.
A genialidade de Van Gogh foi

 reconhecida apenas depois de sua morte.
 Um exemplo desse reconhecimento
 foi a venda de sua obra mais famosa,
 "O Retrato de Dr. Gachet",
 por US$ 82,5 milhões.

Madre Tereza de Calcutá


O dia mais belo: hoje
A coisa mais fácil: errar
O maior obstáculo: o medo
O maior erro: o abandono
A raiz de todos os males: o egoísmo
A distração mais bela: o trabalho
A pior derrota: o desânimo
Os melhores professores: as crianças
A primeira necessidade: comunicar-se
O que traz felicidade: ser útil aos demais
O pior defeito: o mau humor
A pessoa mais perigosa: a mentirosa
O pior sentimento: o rancor
O presente mais belo: o perdão
o mais imprescindível: o lar
A rota mais rápida: o caminho certo
A sensação mais agradável: a paz interior
A maior proteção efetiva: o sorriso
O maior remédio: o otimismo
A maior satisfação: o dever cumprido
A força mais potente do mundo: a fé
As pessoas mais necessárias: os pais
A mais bela de todas as coisas: O AMOR!!!
Madre Tereza de Calcutá

Ama-me por amor somenteNão digas:
"Amo-a pelo seu olhar,
o seu sorriso,
ou modo de falar
honesto e brando.
Amo-a porque
se sente minh'alma em
comunhão constantemente
com a sua"

Porque pode mudar isso tudo,
em si mesmo,
ao perpassar do tempo,
ou para ti unicamente.

Nem me ames
pelo pranto
que a bondade
de tuas mãos enxuga,
pois se em mim secar,
por teu conforto
esta vontade de chorar,
teu amor pode ter fim!

Ama-me por amor do Amor,
E assim me hás de querer por
toda a eternidade.
Madre Tereza de Calcutá

Brilhe!


Perguntei ao sol
Qual o segredo
Para sempre iluminar
Ele respondeu:
Perca o medo
Deixe seu coração falar

Perguntei a flor
Qual a magia
Para tudo perfumar
Ela respondeu:
Sorria!
Só amor irá exalar

Perguntei a lua
Qual o mistério
Para o poeta inspirar
Ela disse baixinho:
Aceite o brilho dos outros
Você também pode brilhar!


Sirlei L. Passolongo

terça-feira, 6 de março de 2012

O "ESPELHO" DA VELHICE



O espelho refletiu a face
Triste estava, pela velhice

A mulher reparava nas rugas,
Pela ação dos anos, formadas...

O sorriso, mudara:
Faltava os dentes verdadeiros.

Tinha filhos, netos e bisnetos.
Experiências de vida...

Tinha dores e sofrimentos
Pequenas alegrias, muitos lamentos...

A mulher se olhava outra vez:
O espelho era cruel!

Pegou uma toalha e o cobriu.
Se tinha envelhecido, era pela natureza de ser humana, concluiu...

Aceitava, embora não lhe agradasse...
Sentir a voz diminuir

A coluna curvar,
E usar, uma bengala para se apoiar...

Moldava suas necessidades,
Com o que tinha na mão...

O olhos, fracos... Trocaria de óculos,
Era essa a solução.

Saiu do quarto, abriu a porta da sala.
Percebeu o dia ensolarado, do lado de fora.

Pensou então, concluindo:
" Estou viva e o dia lindo! "
FÁTIMA ABREU
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